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Também
tive o prazer de estar no Congresso da AMI. Tenho acompanhado o trabalho
dos Eminentes Irmãos Eduardo T. Rezende (presidente da PAEL)
e João Lemos Salgado (GME GOEMG), já ha mais tempo e estou
absolutamente convicto de que e o resgate da Maçonaria Brasileira
e com a AMI deixaremos de "bater malhete", deixaremos o imobilismo
que nos domina.
Vivemos do passado que e importante, mas não nos alimentara indefinidamente.
Mas há que ter coragem para participar. No entanto, aqueles que
não tiveram a coragem ou a disposição ou mesmo
tiveram mas não tinham a disponibilidade, não precisam
se angustiar. O comboio é amplo o suficiente e tem lugar para
todos. Mesmo os retardatários serão recebidos com o coração
aberto.
Ha, sempre, os que trabalham, os que não trabalham e os que atrapalham.
Que não sejam os Irmãos do ultimo grupo, mas se forem,
não importa. Isto e parte de qualquer grupo imperfeito (e somos
imperfeitos, ainda). Que os irmãos se dêem à oportunidade
de, pelo menos, conhecer o que e a AMI, sem jogar pedra antes e sem
preconceitos, sem reservas.
Enfim, irmãos, vamos embarcar logo, para o bem da Ordem. Somos
Irmãos, não importa nada alem disto. Obediência
e fruto de imperfeição. Os Irmãos das GGLL, da
COMAB, todos, a imensa maioria, não sabia que estava embarcando
em dissidências, por isto não podem ser culpados. Tem de
ser recebidos como irmãos, que são. A AMI não faz
diferença entre eles. E não interfere nas Obediências.
E pode usar o nome "Maçônica claro, pois se constitui
de MAÇONS regulares...
TAF
Galeno
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