Jarbas Passarinho concede palestra no GOB

Na noite de sexta-feira, 27 de julho de 2007, a Augusta e Respeitável
Loja Simbólica Thomas Kemphis nº 2193 comemorou seu Jubileu de Prata
com uma palestra do Ministro Jarbas Passarinho, na sede do Grande Oriente
do Brasil, onde palestrou sobre o tema “A Família, o Estado e a Sociedade”.




Compuseram a Mesa Diretora da cerimônia o Venerável Mestre da Loja, Ir:. Eurípedes Victorio Affonso, os Grão-Mestre do Grande Oriente do Distrito Federal, IIr:. Jafé Torres e Lucas Galdeano, e o fundador da Loja, Sapientíssimo Ir:. Marcos José da Silva.



No início da solenidade o Ir:. Eurípedes Victorio, agradeceu a presença de todos e falou da alegria pelos 25 anos de existência daquela casa e da satisfação em poder comemorar a data com uma palestra do Excelentíssimo Ministro sobre a “A Família, o Estado e a Sociedade”.



Com a palavra, Jarbas Passarinho falou sobre o núcleo que influência a nação brasileira: a família, o papel da mulher dentro de um casamento, a ausência do Pátrio Poder e a demasia de conflitos dentro das novelas que desfiguram o exemplo de como uma família deve ser.



Como figura pública o Ministro falou também da preocupação com a impunidade paramentar. “No Brasil um novo escândalo faz esquecer o anterior”, afirmou.



Ao final da palestra, Jarbas Passarinho fez um apelo. “É preciso lutarmos pela conscientização das crianças para que saibam absorver o bombardeio de informações da mídia escrita, falada e televisionada. A juventude necessita ter consciência de que com os valores transmitidos pela televisão não há família”.



O Ministro parabenizou a Maçonaria por sua presença nos pontos cruciais da história do Brasil e agora no apoio a construção da família.



Após a palestra, Jarbas Passarinho foi felicitado pelos 87 anos de idade, pela força em lutar pelo país e por ter uma probidade devinda do exemplo de ter tido um pai maçom.



Para finalizar a solenidade, o Ministro citou uma frase de Tenório Cavalcante que resume o caos que se estabeleceu no país. “Não se pode culpar a vassoura pela existência do lixo. Nós temos a vassoura e a certeza de que o país vai melhorar”, concluiu.